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Gordura no fígado: exercícios físicos são capazes de retardar o problema?

06 de maio
O fígado é um dos maiores e mais importantes órgãos do corpo humano. Entre as suas funções, estão: eliminar toxinas, filtrar o sangue e produzir proteínas. Além disso, ele é versátil, pois pode ser doado em vida a outra pessoa e se regenera.
 
No entanto, diferentes complicações podem afetar este órgão. Uma das mais comuns é a esteatose hepática. Neste artigo você vai descobrir se os exercícios físicos são capazes de retardar este problema.
 
Mas o que é a esteatose hepática? Nada mais do que a gordura no fígado. Trata-se de um quadro relativamente comum que, de acordo com as autoridades de saúde, afeta cerca de 30% da população. Entre os principais fatores de risco para a doença estão:
 
· Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
· Dieta rica em açúcar e gorduras
· Sedentarismo
 
Em geral, a esteatose hepática não apresenta sintomas e é descoberta apenas por meio de exames como a ultrassonografia abdominal total. Seus estágios são esses:
 
I: o excesso de gordura é inofensivo e não causa sintomas
II: somado ao excesso de gordura, há inflamação. Daí, surgem sintomas como dor ao lado direito do abdômen, fezes esbranquiçadas, coceira na pele e dores de cabeça
III: a gordura e a inflamação causam alterações no fígado e nos vasos sanguíneos ao seu redor, o que dá início a um quadro de fibrose hepática
IV: a fase mais grave da doença, anos após a inflamação, é marcada pela cirrose hepática, capaz de reduzir o tamanho e a forma do fígado, além de causar câncer e a morte do órgão
 
E como é possível diminuir e até mesmo eliminar o excesso de gordura do fígado? Cientistas dizem que uma das respostas está nos exercícios físicos! Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Interior de São Paulo, observou que 15 dias de treinos de força são suficientes para diminuir a esteatose hepática, mesmo que não ocorra perda de peso.
 
O estudo, realizado em ratos obesos, apontou que os exercícios físicos favorecem a queima de gordura armazenada no órgão e contribuem para o tratamento da doença hepática gordurosa não alcoólica. Houve, também, melhora na sinalização celular feita pela insulina no tecido do fígado, bem como redução na síntese hepática de glicose.
 
Portanto, cuide da saúde do seu fígado! Não fique refém do sedentarismo e faça exercícios físicos regularmente!
 
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