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Chocolate: quando faz bem e quando faz mal?

26 de abril
Branco, ao leite, amargo ou meio amargo. Em barras, bombons, como acompanhamento ou ingrediente principal de uma infinidade de delícias. O chocolate está presente nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais de diferentes formas. E resistir a ele é quase impossível, né?
 
A história do chocolate iniciou há cerca de quatro mil anos. Em 1500 a.C., os olmecas, povos que habitavam a região onde atualmente fica o México, experimentaram pela primeira vez o que viria a ser uma das iguarias mais consumidas no planeta. Naquela época, os povos cultivavam o cacau, trituravam suas sementes e faziam uma mistura com especiarias, entre elas a baunilha e a pimenta.
 
O gosto era diferente, mas chamou a atenção dos espanhóis que colonizaram boa parte do que viria a ser o continente americano. Tanto é que o produto foi levado à Europa, e o seu comércio, expandido. Por meio da Revolução Industrial, entre 1760 e 1840, a fabricação foi ampliada e outros ingredientes foram adicionados ao chocolate. 
 
Atualmente, o chocolate, que tem como misturas principais a amêndoa fermentada e o cacau torrado, ocupa um importante espaço nos hábitos de consumo dos brasileiros. Um estudo da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) aponta que 75% da população consome o alimento regularmente. Em 2019, a média de consumo anual do doce no país foi de 2,6 quilos por habitante.
 
Diante disso, você deve se questionar: quando o chocolate faz bem? Simples, quando você opta pelo chocolate amargo ou meio amargo! Essas variedades possuem mais cacau em sua composição, com índices que podem chegar aos 85%. Além disso, são ricos em ferro, magnésio e selênio. Todos esses elementos são capazes de melhorar a circulação sanguínea, reduzir o apetite, aumentar o colesterol bom (HDL) e acelerar o metabolismo. Os nutricionistas dão a dica: coma um quadradinho da barra por dia sem medo!
 
E quando o chocolate faz mal? Quando há o consumo excessivo das variedades branco e ao leite. Chocolates desse tipo são ricos em açúcar, aromatizantes e gorduras saturadas. Comê-los com frequência causa ganho de peso, aumenta o risco de desenvolver diabetes, sobrecarrega o fígado, causa refluxo gastroesofágico, bem como eleva o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos.
 
Ou seja, o equilíbrio é fundamental. Aposte no chocolate amargo ou meio amargo, com pelo menos 60% de cacau na composição. Quanto ao chocolate branco ou ao leite? Cuide da sua saúde e delicie-se com moderação!
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